REUNIÃO DE PROJETO XLLENCE4LEATHERAFRIC |
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O CTIC está a participou e a liderou em Atenas uma reunião periódica no âmbito do Projeto Xllence4LeatherAfric, cofinanciado pelo Programa ERASMUS+. O projeto Erasmus+ Xllence4LeatherAfric visa melhorar o desenvolvimento sustentável e a competitividade da indústria do couro na Tanzânia, Etiópia e no Uganda, através do reforço das capacidades das instituições de ensino e formação profissional (EFP).
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BIOSHOES4ALL: THE FINAL STEP |
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O CTIC – Centro Tecnológico das Indústrias do Couro marcou presença na conferência “BioShoes4All: The Final Step”, que teve lugar no Terminal de Cruzeiros do Porto de Leixões, em Matosinhos, no dia 16 de outubro. O evento, promovido pelo CTCP e pela APICCAPS, assinalou o encerramento do BioShoes4All, o maior investimento de sempre na indústria portuguesa do calçado, apoiado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência. O CTIC esteve representado por Joaquim Gaião, que integrou o painel “Nova geração de produtos”. Na sua intervenção, sublinhou o papel pioneiro da indústria dos curtumes na adoção de práticas ambientais responsáveis e destacou as mudanças introduzidas pelo projeto BioShoes4All, que têm promovido a bioeconomia e a inovação sustentável no setor. A conferência reuniu especialistas, empresários e entidades governamentais, que debateram os principais resultados e desafios futuros de um projeto que já alcançou 85% de execução, com 25 linhas-piloto industriais e 50 novos produtos com menor pegada ambiental. A participação do CTIC reforça o seu compromisso com o desenvolvimento tecnológico e sustentável da indústria nacional, contribuindo para a criação de valor e para um futuro mais competitivo e responsável para o setor. |
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| | Estratégias de Investimento na Inovação |
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No passado 22 de outubro o auditório do CTIC sediou uma sessão pública da C2 Capital. A C2 Capital é uma sociedade gestora de fundos de investimento com mais de 15 anos de história no mercado português, tendo angariado até hoje mais de €850 milhões de capital. Tem 13 fundos sob gestão com diferentes perfis, dimensões e estratégias de investimento. Através dos seus fundos R&D Growth, enquadrados no âmbito da lei do SIFIDE, a C2 Capital tem apoiado financeiramente várias Empresas portuguesas no desenvolvimento dos seus projetos de Investigação e Desenvolvimento (I&D). Estes investimentos procuram ser flexíveis, oferecendo estruturas de quase-capital e remunerações variáveis ligadas ao desempenho futuro da Empresa. O objetivo desta sessão foi apresentar a C2 Capital e a sua estratégia de investimento, bem como exemplificar como a C2 Capital tem apoiado empresas no desenvolvimento dos seus projetos de I&D e irá contar com os oradores especialistas da C2 Capital, Srs. Carlos Fernandes e Diogo Costa. |
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A COMISSÃO CONTRADIZ-SE A SI PRÓPRIA: EUDR EM VIGOR JÁ EM 2026 |
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Em 23 de setembro, a Comissária Europeia para o Ambiente, Jessika Roswall, anunciou um adiamento de um ano na implementação do Regulamento Anti-Desflorestação. Em 21 de outubro, a Comissão contradisse-se: as obrigações de diligência devida ao abrigo do EUDR serão aplicáveis às médias e grandes empresas já a partir de 30 de dezembro de 2025, conforme previsto. Apenas as pequenas e microempresas terão mais 12 meses para cumprir o regulamento. A Comissão contradiz-se A proposta da Comissão será agora analisada pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da UE. A indústria do couro bovino está consternada. A menos de dois meses da data prevista para a implementação do regulamento, verifica-se que o adiamento proposto pelo comissário responsável já não se aplica. Nem mesmo as simplificações As «simplificações ao regulamento» também se revelaram decepcionantes: faltam as alterações desejadas pelas empresas (de couro e outras). Não há nenhuma nova categoria «sem risco» na referência nacional, nem qualquer flexibilização dos requisitos de geolocalização dos fornecedores. No entanto, há duas novas alterações. A comunicação no sistema informático (e as responsabilidades relacionadas) será realizada apenas pelos operadores que colocam os produtos no mercado pela primeira vez (em detrimento daqueles que os comercializam ou processam posteriormente). Entretanto, as pequenas e microempresas que importam de países de baixo risco poderão realizar uma “due diligence” (diligência) simplificada, bem como uma “due diligence” pontual.
Fonte: La conceria |
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Você sabe o que diferencia o couro anilina do nobuck ou do wet blue? A Leather Naturally preparou um glossário com os principais termos do setor, explicando desde couros biodegradáveis até os processos de curtimento com cromo e aldeídos.
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Rua da Estiveira, s/n - S.Pedro, 2380-184, Alcanena |
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